quarta-feira, 4 de maio de 2016

Cada vez fico com menos palavras... 
fugem de mim,
e, 
o pior, 
eu nao as estranho...

A minha brevidade
suspiro de beija-flor

Poesia...

Cemitério pernambucano
(Nossa Senhora da Luz)

do poeta brasileiro Joao Cabral de Melo Neto

Nesta terra ninguém jaz,
pois também nao jaz um rio
noutro rio, nem o mar
é cemitério de rios.

Nenhum dos mortos daqui
vem vestido de caixão.
Por tanto, eles não se enterram,
são derramados no chão,

Vêm abertas ao sol e à chuva.
Trazem suas próprias moscas.
O chão lhes vai como luva.

Mortos ao ar-livre, que eram,
hoje a terra-livre estão.
São tão da terra que à terra
nem sente sua intrusão.

Do livro Morte e vida Severina. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Corre y va de nuez...

Yo aquí comenzando de nuevo, cerrando un ciclo y empezando otro.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Tiempo para comenzar...

De nuevo, y de nuevo estoy aquí organizándome para iniciar las actividades de la vida... mercado, limpieza, orden...
Mi cabeza también comienza a prepararse para el trabajo y empezar de una vez por todas. Aunque estamos en huelga, no importa, el desarrollo de las actividades debe continuar, aunque sea en off.
Así que, ni modo, a colocar los pies sobre la tierra y agarrar impulso... keep going!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Antojo



La luna
está de queso
la Mouse
de antojo

sábado, 14 de fevereiro de 2015

The sea


















see shines
the sand sanks
the fish floats
around us












En lo infinito
la soledad
avanza
calma
sosegada
hacia el pasado
intentando encontrar
el punto donde el olvido
se peleó con la memoria.